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Profissionalismo em tirolesa

Parque Cascata do Avencal Urubici/SC

O profissional em tirolesas, Sandro Marcos da Silva do Projeto aventura responsável pela construção das maiores tirolesas das Américas como a K 2 em Rodeio SC com 2.000 metros está hoje no Parque Cascata do Avencal ministrando mais um curso para Operadores em Parques de Aventura.

Sandro nos contou que empresas sérias realmente preocupam-se com a segurança e o bem-estar de seus clientes. O Parque Cascata do Avencal localizado em Urubici hoje coordenado pelo empresário Moisés Nisos de Florianópolis vem constantemente realizando cursos, aperfeiçoamentos de seus funcionários e de seus Monitores. A Tirolesa do Avencal é um projeto de Sandro Marcos. Segurança em primeiro lugar.

Sandro que trabalha a quase 30 anos no ramo da construção de grandes tirolesas e de parques de aventura nos passa algumas dicas para você ingressa em uma tirolesa com segurança, veja a baixo as dicas do profissional Sandro Marcos;

A seguir passamos algumas dicas sobre procedimentos e regras que você pode adotar antes de ingressar em uma aventura como descer em uma tirolesa.

As dicas a seguir têm como principal objetivo a segurança de frequentadores deste tipo de atração.

Não são regras finais e sim dicas que somada as leis e protocolos de cada tipo de atividade vão ser de grande valia para o sucesso da atividade.

1. Conheça o histórico da tirolesa que você pretende descer, quem montou, qual empresa, se a mesma é reconhecida, se tem um bom histórico e quantas tirolesas projetou, a quanto tempo está no mercado. Não se deixe levar por propagandas enganosas. Lembre que é sua vida e de seus amigos ou entes queridos que estão em jogo e nada, mas nada vale o risco da dúvida.

2. No local da tirolesa é dever da direção (proprietários) ter em exposição a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de operação e manutenção que deve ser renovado todo ano ou a cada seis meses assinada por um Engenheiro Mecânico que realmente assinou a ART por entender do assunto, ou que foi assessorado por um Técnico no assunto devidamente reconhecido.

3. O ideal é que o Engenheiro mecânico realmente tenha conhecimento da operação e da Manutenção da tirolesa e não somente ter assinado o documento pela primeira vez isso na vida para cumprir uma exigência de órgãos fiscalizadores.

4. Verifique as regras leis e protocolos de seu estado, pois cada estado tem uma lei diferente para o comercio de esportes de aventura.

5. Não tem e não está em dia? Denuncie ao CREA. Conselho Regional de Engenharia de seu estado. Link para SC. http://www.crea-sc.org.br ou ao Corpo de Bombeiros de sua cidade. E demais órgãos competentes, que tem obrigação por zelar por nossa segurança. É deve de cada cidadão denunciar tirolesas e práticas irregulares, isso chama-se preservação da vida.

6. Monitor / Condutor / Guia / Instrutor ou Operador da tirolesa tem que ter treinamento fornecido por Profissional devidamente reconhecido e que comprove experiência em operação de todos os tipos de tirolesa. Ter os certificados do Monitor / Condutor exposto na base ou escritório da tirolesa mostra clareza nesta prestação de serviço e respeito para com os clientes e sua segurança. Mas o mais importante; certificado não preparada ninguém, hoje é muito comum cursos relâmpagos que não prepara ninguém para dar segurança a vida alheia. Ditos “Instrutores” que na verdade não tem experiência nenhum ano ramo ministrando cursos de operadores de tirolesa é um verdadeiro crime.

7. Os equipamentos de proteção individual e coletivos devem estar em bom estado de conservação e dentro do prazo de garantia e a validade faz a diferença. Equipamentos vencidos, em estado ruim de apresentação, sujos, danificados oferecem risco sim. A maiorias deles tem validade de no máximo 3 anos. Quando não estão gastos prematuramente devido ao mau uso e má conservação.

8. Oferecer um bom seguro para quem pratica a tirolesa é muito importante, afinal de contas normalmente é o próprio cliente que paga por esse serviço. Isso mostra claramente a preocupação que o Proprietário tem para com o bem-estar de seu cliente.

9. Termo de isenção de responsabilidade não salva mingue ok? Toda prestadora de serviço é sim responsável pelo serviço que presta e quando a empresa pede para seu cliente assinar um termo que não se responsabilidade por incidentes / acidentes ou fatalidades é crime, pois a mesma está declarando que não responsável pela prestação de serviço e isso é crime.

10. Cabos de aço e pontos onde estão fixados são um dos pontos mais importantes da segurança da tirolesa. Cabo de aço finos, enferrujados ou claramente danificados por tempo de uso e má conservação oferecem um risco grande acidente grave.

11. Cabos fixados em árvores, ou postes de madeira onde as mesmas apresentam rachaduras também oferecem grave risco de acidentes para toda a estrutura.

12. Informe-se se a tirolesa tem alvará de funcionamento junto a Prefeitura Municipal e principalmente se órgãos fiscalizadores e que tem o dever de preservar a segurança do público tem conhecimento da referida tirolesa.

13. Se a equipe responsável pela operação da tirolesa tem conhecimentos e condições técnicas de prestar socorro em caso de emergência.

14. Não desça em tirolesas que não tem pelo menos dois sistemas de frenagem, sendo um principal e um de emergência que deve ser mecânico, ou seja, não desça em tirolesas onde o único sistema de parada e feito por uma ação humana e não tem uma ação mecânica como uma rede de emergência ou sistema de molas em espiral ou outra forma de parada.

15. Pesquise sobre as demais regras que a tirolês ou o parque de aventura deve seguir, muitos estados brasileiros têm leis estaduais que buscam uma melhor prestação de serviço e maior segurança.

Sobre o autor

Sandro Marcos, diretor técnico do www.projetoaventura.com.br atua na construção e tirolesas a ais de 25 anos. Alguns de seus projetos são reconhecidos mundialmente como a Mega Tirolesa de Pedra Pela com 1.760 mt, a K2 em Rodeio SC com 2 mil metros e dezenas de outras. Para saber mais acesse as páginas do autor.

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